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sábado, 27 de abril de 2013

Como escolher um bom alto-falante? E, quais são as características que devo levar em consideração?

As principais características de um alto-falante são:
  1. Resposta em frequência
  1. Impedância
  1. Potência
  1. Sensibilidade
  1. Rendimento
  1. Distorção
  1. Diretividade
Resposta em Frequência:
A resposta em frequência é um parâmetro que descreve o comportamento de um alto-falante perante a sensibilidade e espectro de frequências que pode reproduzir. Esta é representada através de uma gráfica que indica a sensibilidade de resposta (indicada em dB) em função de todas e cada uma das frequências audíveis pelo ouvido humano, para determinar assim o comportamento do alto-falante em condições reais de trabalho.

A resposta em frequência ideal deveria ser plana, de modo tal que se comporte com a mesma sensibilidade e fidelidade para todas as frequências do espectro sonoro, como na prática isto não é desse jeito, busca-se otimizar o espectro de um sistema sonoro por meio da implementação de um Tweeter para as frequências agudas, e um sub-woofer para as frequências graves. Pois quanto maior for a resposta em frequência de um equipamento, maior "qualidade" terá o som final.

Se um equipamento enfatiza os agudos, o som resultante será "vibrante e estridente", enquanto que se, caso contrário, perde agudos, tudo o que reproduza terá um "matiz escuro". Se um equipamento enfatiza os graves, o som resultante será "denso", enquanto que se, caso contrário, perde graves, tudo o que reproduza terá um "matiz metálico". Se são acentuadas as frequências médias se produz um som "nasal".

Por isso é muito importante equiparar e lograr um bom balanço no espectro sonoro. Para corrigir a resposta em freqüência e equilibrá-la, utiliza-se a equação por meio de EQ dinâmicos.




Gráfico da frequência de resposta

Os alto-falantes de alta qualidade são os que possuem uma margem de variação de 6 dB para a margem audível dos 20 Hz - 20 kHz. Além dos sistemas de alta qualidade, também são aceitáveis as variações de 3 dB em uma margem de 100 Hz a 15 kHz. A faixa problemática é a dos graves, por isso, não se começa a medição nos 20-30 Hz, senão que se eleva essa cifra para os 80 Hz.

Nas especificações técnicas também é usual encontrar a curva de resposta em frequência, mas é preciso levar em conta que os fabricantes, provavelmente, fizeram suas medições nas condições mais favoráveis, motivo pelo qual os resultados serão superiores aos reais.

Então, como dizemos anteriormente, como por natureza nenhum alto-falante responde de modo plano a todo o espectro sonoro audível, quer dizer que não desloca a mesma pressão sonora por igual a todas as frequências, os fabricantes desenham o que é chamado de sistema sonoro. Trata-se de uma caixa acústica que aloja dois ou três alto-falantes dentro de um baffle, utiliza-se um alto-falante de grande diâmetro para reproduzir as frequências graves chamado de Woofer ou sub-woofer. Outro de médio tamanho para as frequências médias e finalmente um muito pequeno para as frequências agudas, chamado de Tweeter. 


Sistemas de três vias ou Banda larga;
São alto-falantes que abrangem uma banda extensa do espectro de áudio.


Baixas frequências: woofers e sub-woofers
São alto-falantes que abrangem a margem de frequência menor a 400-700 Hz para woofers e menor a 80Hz para os sub-woofers. Também fala-se de graves e sub-graves. Os woofers não chegam a abranger com boa resposta a zona de baixa frequência próxima aos 20 Hz., por isso, são desenvolvidos os sub-woofers que trabalham exclusivamente essa zona reforçando a resposta em baixa frequência.

Frequências médias: mid-range
Abrangem a margem de frequência que vai dos 400-700 Hz até os 3-8 KHz. Está costuma ser chamada de banda de médios.

Altas frequências: tweeters e ultra-high-tweeters
Abrangem as frequências por acima dos 3-8 KHz para os tweeters e por acima dos 12-14 KHz para os ultra-high-tweeters. Ambos não vão muito além dos 20 KHz. Esta zona de frequências é chamada também de banda de agudos. Os tweeters têm dificuldade para abranger com boa resposta a zona de frequência próxima aos 20 Hz., por isso, são desenvolvidos os ultra-high-tweeters que trabalham exclusivamente essa zona reforçando a resposta em altas frequências.




Impedância:

A impedância é a oposição que apresenta qualquer dispositivo ao passo de pulsos ministrados por uma fonte de áudio (esta corrente não é nem alterna, nem direta, é uma combinação das duas e não possui ciclos definidos). É medida em Ohms.
Nos alto-falantes, o valor da impedância varia em função da frequência, por isso, as especificações técnicas de cada modelo de alto-falante incluirão uma curva com esta relação impedância-frequência. Se quisermos obter uma transferência máxima de energia entre a fonte de som (o amplificador) e o alto-falante, as impedâncias do alto-falante devem ser as mínimas aceitas pelo amplificador.
As impedâncias normalizadas dos alto-falantes são 2, 3.2, 4, 6, 8, 16 e 32 ohms, mas as mais utilizadas são 4 em som automotivo, 6 para sistemas mini componentes, 8 para os sistemas de alta fidelidade, 16 para sistemas de surround e fones de ouvido.

Potência:

faz referência à potência elétrica que entra no alto-falante (não à potência acústica). É a quantidade de energia (em watts) que pode ser introduzida no alto-falante antes de que distorça em excesso ou de que possa sofrer problemas. Dentro da potência, diferenciam-se a potencia nominal e a potência admissível.


Potência PMPO:

É uma especificação de potência comum em equipes de consumo como radio gravadores ou mini-componentes e representa uma espécie de valor pico durante um tempo muito curto (frequentemente 10 ms), dando valores maiores ao da potência pico máximo. É importante aclarar que essa especificação é do alto-falante e não do amplificador que o alimenta, o que pode dar falsas expectativas ao comprar um equipamento. Trata-se de uma medida máxima em um curto tempo, pois, embora um alto-falante diga que atinja, por exemplo, 200 watts P.M.P.O., em geral sua potência real (RMS) é a metade do que atinge o pico; isto é, sua potência real seria de 100 watts.


Sensibilidade:

É o grau de eficiência na transdução eletro acústica. Quer dizer, mede a relação entre o nível elétrico de entrada ao alto-falante e a pressão sonora obtida.
Os alto-falantes são transdutores eletro acústicos com uma sensibilidade muito pobre. Isto se deve a que a maior parte da potência nominal introduzida em um alto-falante é dissipada em forma de calor.

Nos alto-falantes, diferentemente do microfone, a sensibilidade não é um indicativo de "qualidade sonora", pois a prática demonstrou que alto-falantes de inferior sensibilidade produzem melhor "coloração sonora".


Rendimento:

O rendimento mede o grau de sensibilidade do alto-falante. É o tanto por cem que indica a relação entre a Potência acústica radiada e a Potência elétrica de entrada. Potência acústica / potência elétrica x 100.


Distorção:

O alto-falante é um dos sistemas com a maior distorção. Porque o fabricante não dá ao consumidor sobre os valores da distorção de seus alto-falantes. A distorção tem diferentes causas: Fluxo na abertura de ar, modulação de frequência de vibração parcial sobre a membrana, assim que a irregularidade da bobina (Dämpfaufhängungen?).


Diretividade:

Indica a direção do som à saída do sistema, quer dizer, o modo em que o som se dissipa no ambiente.
Na realidade, nenhum alto-falante oferece uma resposta, pois seja qual for sua direcionalidade global, sempre são mais direcionáveis quando se trata de altas frequências (agudos) que quando se trata de baixas frequências (graves).
A foram mais gráfica de dar a diretividade é através de um diagrama polar, que normalmente é coletado nas especificações, pois cada modelo tem uma resposta concreta.
Um diagrama polar é um desenho técnico que reflete a radiação do alto-falante no espaço em graus para cada ponto de seus eixos (horizontal e vertical).
Dependendo de sua diretividade, podemos dizer que um cone de alto-falante é:
  • ONIDIRECIONAL
  • BIDIRECIONAL
  • CARDIÓIDE

Onidirecional

Radiam igual em todas as direções, isto é, nos 360º. Pela importância da frequência de ressonância do próprio alto-falante, é um diagrama polar muito pouco utilizado em alto-falantes. Os alto-falantes que utilizam esta direcionalidade requerem de grandes caixas acústicas.

Bidirecional

O diagrama polar tem forma de oito. Emitem som tanto pela frente como por detrás, enquanto que são praticamente "mudos" nos laterais. Os ângulos preferentes situam-se em volta dos 100º. Os diagramas polares bidirecionais não são muito utilizados pelas mesmas razoes que os onidirecionais: requerem de grandes caixas acústicas.

Cardióide:

Também chamados de unidirecionais. São alto-falantes que emitem o som em uma direção muito marcada e são "relativamente mortos" nas outras. O alto-falante cardióide se chama desse modo porque seu diagrama polar tem a forma de um coração, então radiam para a parte frontal do micro e têm um mínimo de sensibilidade em sua parte posterior, onde é produzida uma atenuação gradual. O ângulo preferente o atinge em um ângulo de 160º.

Cálculo de ganho e o problema com dB

Motivação e advertência inicial


O decibel é, provavelmente, a medida mais mal entendida que existe. Existem vários tipos de decibéis em uso e, talvez, um número ainda maior de confusas tentativas de explicá-los.
Outra coisa que precisa ser enfatizada é que, enquanto que podemos materializar a unidade 1 Kg, a unidade 1 metro, etc não podemos materializar 1 decibel. A razão? O decibel é uma ordem de grandeza. Com efeito: em muitas áreas da tecnologia precisamos comparar duas instâncias de uma mesma grandeza ( como por exemplo: uma potência na entrada e na saída de um sistema de áudio, a voltagem na entrada e na saída de uma antena de microondas , etc ). Precisamos calcular quanto a saída S ( ou output ) é maior ou menor do que a entrada E ( input ).
Obviamente, a primeira coisa a pensar seria usar a razão S / E para expressarmos esse ganho ( = aumento ) ou atenuação ( = diminuição ) . Contudo, é muito comum -- em áreas tecnológicas como Eletrônica e outras -- que S seja muitíssimo maior ou menor do que E, o que daria a razão acima valores tão grandes ou tão pequenos que ficaria difícil atribuir significado prático e intuitivo para tais valores. A saída para o impasse é bastante natural para quem realmente entendeu o significado do logaritmo. Com efeito, bastará usar como medida da amplificação ( ou seja: o ganho ou atenuação ) a ordem de grandeza da razão S / E , ou seja: usar o log ( S / E ) .
Um último detalhe: na prática bastará ir até a primeira cada decimal dessa ordem de grandeza e para procurar evitar o uso da virgula será conveniente usar no lugar do log ( S / E ) ( que alguns chamam de bell ou bel, em honra a Alexandre G. Bell ) o 10 log ( S / E ) ( o deci - bell )
Vale a pena resumir:

O decibel comum


a amplificação de um sistema que tem entrada E e saída S é dada ( em decibéis, ou dB ) por:


amplificação = 10 log ( S / E )

Entende-se, acima, que a entrada e a saída são grandezas de mesmo tipo ( por exemplo duas potências, ou duas voltagens, ou etc ) e expressas na mesma unidade de medida ( por exemplo: ambas em watts, ou ambas em volts, etc ).

Exemplo

Ao girarmos o controle de volume de um toca-discos, o output aumentou de 0.5 w para 10 w. Qual o ganho em dB ? Interprete.

Solução: ganho = 10 log ( 10 / 0.5 ) = 13 dB, ou seja a nova saída = 101.3 = 20 vezes maior do que a inicial.

(...)

Exemplo

No sistema eletrônico abaixo, temos: perda do microfone = -3.5 dB, ganho do pre-amplificador = 12.5 dB, perda do cabo = -6.5 dB e ganho do ( amplificador + alto-falante ) = 37.5 dB:
 

Mic → Pré Amp → Cabo coaxial → Power Amp → Speakers

 Calcular a amplificação total do sistema.

Resposta: explique o que tem a ver o cálculo abaixo com a propriedade do log de transformar produtos em somas:


amplificação total = -3.5 + 12.5 - 6.5 + 37.5 = 40 dB

Retirado do curso de matemática da UFRGS (http://www.mat.ufrgs.br/), aula sobre logarítmos.

Por que um valvulado fala mais que um SS?

Uma colocação importante que me fez entender a diferença entre um válvulado e um transistorado

"100W valvulados são iguais a 100W transistorizados.

A lenda de que o valvulado fala mais alto que o transistorizado advém do "mal" comportamento dos valvulados em relação ao potenciômetro de volume. Para encurtar a história, a maioria dos circuitos de potência valvulados para guitarra, comprimem um pouco o sinal, esta compressão faz com que o sinal tenha sua potência elevada na saída.

O problema é que se colocarmos os dois powers lado a lado, vamos observar que quando o pot de volume dos dois estiver no "talo", os dois falarão a mesma coisa. Nas posições intermediárias, por exemplo em 50% do curso, vamos achar que o valvulado fala mais, uma vez que o SS estará "obedecendo" o potenciômetro, mas o valvulado não (ou seja o valvulado rouba a competição).

40 Watts para guitarra (no caso 30Watts, como corretamente falou o Eduardo) é uma bela potência. Mas insuficiente para alguns bateristas mais exaltados.

Se nosso amigo Kakko Crowley Wojtylla vai poder usar o amp com a banda, eu não sei, depende da banda. Mas eu particularmente acho 30 Watts uma bela potência!"
 
 
Por hgamal - Administrator
http://www.handmades.com.br/

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Série harmônica - por que o timbre do valvulado é mais quente?

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Sobretom, Série harmônica (música)
Em física, série harmônica é o conjunto de ondas composto da frequência fundamental e de todos os múltiplos inteiros desta frequência. De forma geral, uma série harmônica é resultado da vibração de algum tipo de oscilador harmônico. Entre estes estão inclusos os pêndulos, corpos rotativos (tais como motores e geradores elétricos) e a maior parte dos corpos produtores de som dos instrumentos musicais. As principais aplicações práticas do estudo das séries harmônicas estão na música e na análise de espectros eletromagnéticos, tais como ondas de rádio e sistemas de corrente alternada. Em matemática, o termo série harmônica refere-se a uma série infinita. Também podem ser utilizadas outras ferramentas de análise matemática para estudar este fenômeno, tais como as transformadas de Fourier e as séries de Fourier.

História

Desde a antiguidade, muitas civilizações perceberam que um corpo em vibração produz sons em diferentes frequências. Os gregos há mais de seis mil anos já estudavam este fenômeno através de um instrumento experimental, o monocórdio. Os textos mais antigos de que se tem conhecimento sobre o assunto foram escritos pelo filósofo e matemático grego Pitágoras. Aproximadamente na mesma época, os chineses também realizavam pesquisas com harmônicos através de flautas.
Pitágoras percebeu que ao colocar uma corda em vibração ela não vibra apenas em sua extensão total, mas forma também uma série de nós, que a dividem em seções menores, os ventres, que vibram em frequências mais altas que a fundamental. Se o monocórdio for longo o suficiente, estes nós e ventres são visíveis. Logo se percebeu que estes nós se formam em pontos que dividem a corda em duas partes iguais, três partes iguais e assim sucessivamente. A figura ao lado mostra os nós e ventres das quatro primeiras frequências de uma série. Para facilitar a compreensão eles são mostrados separadamente, mas em uma corda real, todos se sobrepõem, gerando um desenho complexo, semelhante à forma de onda do instrumento. Se colocarmos o dedo levemente sobre um dos nós, isso provoca a divisão da corda em seções menores e torna os ventres mais visíveis. Esta experiência pode ser feita com um violão, ao pousar um dedo levemente sobre o 12º traste e dedilhar a corda. Isso divide a corda em duas seções iguais e permite ver dois ventres distintos em vibração.

Pela relação entre os comprimentos das seções e as frequências produzidas por cada uma das subdivisões, pode-se facilmente concluir que a corda soa simultaneamente, na frequência fundamental (F) e em todas as suas freqüências múltiplas inteiras (2F, 3F, 4F, etc.). Cada uma dessas frequências é um harmônico. A altura da nota produzida pela corda é determinada pela frequência fundamental. As demais frequências, embora ouvidas, não são percebidas como alturas discretas, mas sim como parte do timbre característico da corda.

Devido à limitação da elasticidade da corda, os primeiros harmônicos soam com maior intensidade que os posteriores e exercem um papel mais importante na determinação da forma de onda e consequentemente, no timbre do instrumento. O mesmo resultado pode ser obtido ao colocar uma coluna de ar em vibração, embora neste caso não seja possível ver os nós e ventres da onda.

O conhecimento da série harmônica permitiu à maior parte das civilizações do mundo, escolher, dentre todas as frequências audíveis, um conjunto reduzido de notas que soasse agradável ao ouvido. Pitágoras percebeu, por exemplo, que o segundo harmônico (a nota com o dobro da frequência da fundamental) soava como se fosse a mesma nota, apenas mais aguda. Esta relação de frequências (F/2F, ou 2/1 se considerarmos os comprimentos das cordas), que hoje chamamos de oitava, é percebida como neutra (nem consonante nem dissonante). O próximo intervalo, entre o segundo e o terceiro harmônico, (2F/3F ou 3/2) soa fortemente consonante. Este é o intervalo que hoje é chamado de quinta. Os intervalos seguintes obtidos pela sucessão de frequências da série, são os de 4/3 (quarta), 5/4 (terça maior) e 6/5 (terça menor), sucessivamente menos consonantes. Pitágoras também percebeu que intervalos produzidos por relações de números muito grandes, como 16/15 (segunda menor) soam fortemente dissonantes. Todos estes intervalos fazem parte dos modos da música grega e da escala diatônica moderna. O intervalo de quinta, sobretudo, por ser o mais consonante da série, foi a base para a construção da maior parte das escalas musicais existentes no mundo.

Os sons da série harmônica

A série harmônica é uma série infinita, composta de ondas senoidais com todas as frequências múltiplas inteiras da frequência fundamental. Tecnicamente, a frequência fundamental é o primeiro harmônico, no entanto, devido a divergências de nomenclatura, alguns textos apresentam a frequência 2F como sendo o primeiro harmônico. Para evitar ambiguidades, consideramos, no âmbito desse artigo, que a fundamental corresponde ao primeiro harmônico. Não existe uma única série harmônica, mas sim uma série diferente para cada frequência fundamental. A Tabela abaixo mostra dois exemplos de série harmónica. Uma se inicia no Lá1(110 Hz) e a outra no Do2(132 Hz). A frequência dá nota Do2 foi arredondada para simplificar a tabela. Em um sistema temperado as frequências das notas seriam ligeiramente diferentes (Ver observações e o texto abaixo). São mostrados os 16 primeiros harmônicos para cada série.

# Lá1 Do2 Observações
Nota Frequência(Hz) Nota Frequência(Hz)
1(F) Lá1 110 Do2 131 Frequência fundamental. Tecnicamente o primeiro harmônico.
2 Lá2 220 Do3 262 Uma oitava acima da fundamental. 2º harmônico
3 Mi3 330 Sol3 393 Uma quinta acima do 2º harmônico.
4 Lá3 440 Do4 524 Duas oitavas acima da fundamental.
5 Do#4 550 Mi4 655 Todos os harmônicos ímpares subsequentes soam desafinados em relação aos equivalentes temperados
6 Mi4 660 Sol4 786 Note que o Sol4 da série de Do é diferente da mesma nota na série de Lá (linha abaixo)
7 Sol4 770 Sib4 917
8 Lá4 880 Do5 1048 Três oitavas acima da fundamental
9 Si4 990 Ré5 1179
10 Do#5 1100 Mi5 1310
11 Ré#5 1210 Fa#5 1441
12 Mi5 1320 Sol5 1572
13 Fá#5 1430 Lá5 1703 Veja que o Lá 5 é muito desafinado em relação à mesma nota na série de Lá (última linha)
14 Sol5 1540 Sib5 1834 Estas notas não pertencem a nenhuma escala ocidental por terem intervalo inferior a um semitom.
15 Sol#5 1650 Si5 1965
16 Lá5 1760 Do6 2096 Quatro oitavas acima da fundamental



A partitura abaixo mostra as 16 primeiras notas da série iniciada em Do2, mostrada na tabela acima.


Aplicações das séries harmônicas na música

Composição das escalas musicais

Como o intervalo de quinta é o mais consonante de todos, a maior parte das civilizações o adotou intuitivamente para selecionar as notas que tomariam parte de suas escalas musicais. Isso inclui além da escala diatônica usada na música ocidental, os modos gregos e diversas escalas pentatônicas usadas na Ásia, África e por alguns povos indígenas das Américas.

Se tomarmos por exemplo, a série harmônica cuja fundamental é a nota Do, o segundo harmônico será o Do repetido uma oitava acima. O terceiro, será uma nota Sol, uma quinta acima do segundo (ver tabela acima). Basta baixar de uma oitava esta nota para que o primeiro Do e o Sol estejam a uma quinta de distância. Se, de forma semelhante, tomarmos agora o Sol como fundamental de uma nova série obtemos, por processo semelhante, o Ré, uma quinta acima desta nota. Procedendo sucessivamente desta forma, as quintas vão se suceder na sequência: Do, Sol, Ré, Lá, Mi, Si, Fá#, Do#, Sol# Ré#, Lá# e Fá (as doze notas da escala cromática), após o que, o ciclo se repete.

Se tomarmos qualquer subconjunto deste ciclo e reordenarmos suas notas de forma que pertençam todas à mesma oitava, teremos uma escala musical. Por exemplo, se tomarmos as primeiras cinco notas do ciclo: Do, Sol, Ré, Lá e Mi e a reordenarmos (transpondo o Ré o o Lá uma oitava abaixo e o Mi em duas oitavas abaixo) teremos uma seqüência de notas ascendente: Do, Ré, Mi, Sol e Lá, uma escala pentatônica utilizada na música chinesa.

Se tomarmos a sequência de 7 notas: Fá, Do, Sol, Ré, Lá, Mi e Si e fizermos uma reordenação de oitavas semelhante à mostrada acima, teremos a sequência Do, Ré, Mi, Fá, Sol, Lá e Si, a escala diatônica maior usada na música tonal.

Escalas microtonais, como as Ragas indianas, podem ser obtidas de forma semelhante, a partir da série harmônica, mas nem todas as suas notas se baseiam no ciclo das quintas. Algumas notas com intervalos menores que um tom provêm de relações entre harmônicos mais altos, que geram ciclos mais longos que o de doze semitons da escala cromática ocidental.

Construção de instrumentos musicais

Uma vez que a série harmônica é obtida naturalmente em qualquer oscilador harmônico os instrumentos musicais com notas determinadas foram inicialmente construídos de forma a utilizar apenas as notas pertencentes à série. No entanto, esse tipo de construção gera intervalos ligeiramente desafinados, principalmente nas oitavas mais altas. Podemos notar isso na tabela acima, comparando a mesma nota em séries diferentes. Muitas das notas que se repetem nas duas séries possuem frequências diferentes (como por exemplo o Sol4 linhas 6 e 7). Isso significa que um instrumento afinado de acordo com a série de Lá não poderia tocar em conjunto com um outro afinado de acordo com a série de Do. Para corrigir este problema, os músicos possuíam instrumentos de sopro afinados em diversas tonalidades diferentes, que eram usados de acordo com a composição executada. Os instrumentos de cordas precisavam ser reafinados para cada tonalidade diferente. Para minimizar esse problema, utilizam-se atualmente escalas temperadas. O sistema de temperamentos, introduzido na época da música barroca, altera as frequências de algumas notas para permitir que todos os intervalos de quinta e oitava sejam consonantes, mesmo que as notas obtidas fiquem ligeiramente diferentes das notas da série harmônica. Isso permite a afinação em instrumentos polifônicos como o piano ou o órgão ou entre instrumentos diferentes.

O conhecimento da série harmônica é importante para a construção de instrumentos musicais, principalmente aqueles baseados na vibração de colunas de ar (instrumentos de sopro ou aerofones). Nestes instrumentos, o ar vibra dentro de tubos. Cada tubo possui uma freqüência fundamental derivada do comprimento do tubo. Somente as notas da série harmônica derivada desta fundamental podem ser executadas em cada comprimento de tubo. Para permitir a utilização destes instrumentos para executar músicas em qualquer escala, é preciso utilizar algum meio para alterar a frequência fundamental do tubo e possibilitar a execução das notas que faltam na sua tessitura original, seja através da utilização de orifícios como os da flauta ou alterando o comprimento do tubo através de válvulas ou pistões, como em um trompete. Outra forma de aumentar a tessitura de um aerofone é fazer instrumentos compostos de vários tubos, como por exemplo, a flauta de pan e os órgãos.

Também para os demais instrumentos de altura definida (afináveis), o conhecimento da série harmônica permite conseguir maior controle sobre a execução ou afinação. Em um violão, por exemplo, podemos notar que a distância entre os trastes não é constante. Eles ficam mais próximos na região mais aguda do braço. Esta disposição obedece a distribuição dos nós na série harmônica da corda.
 
Mídia

O áudio a seguir se constitui de frequência pura, verifique se seu volume está em um nível seguro antes de executar este arquivo pois o mesmo poderá causar danos ao aparelho auditivo.
frequências.

--------Em Breve--------




Certo... Depois de copiar metade da Wikipédia, o que isso tem a ver com amp valvulado? TUDO!

Timbres Limpos - Mais gordos e mais ricos



O timbre limpo de um valvulado é muito mais gordo e rico que um transistorizado. A compressão natural proporcionada pelas válvulas valoriza cada detalhe do instrumento e gera um som que preenche o ambiente de forma muito mais intensa. Exemplos de timbres limpos de amplificadores valvulados: "Hallelujah" de Jeff Buckley e "Lenny" de Stevie Ray Vaughan.



Timbres Distorcidos - Controle através da pegada



Conforme o nível de sinal de entrada vai aumentando, o som começa a ficar distorcido. Essa passagem entre o som limpo e o som distorcido é um dos baratos de um valvulado. É um caminho natural, sem precisar de um pedal, e que possibilita o uso da pegada para determinar o nível de distorção do som. Somente aumentando ou diminuindo a instensidade da palhetada, um guitarrista consegue ir de um som límpido e cristalino para algo bem distorcido. 
Se a guitarra for de qualidade (com um potenciômetro bem regulado), dá até pra determinar o nível de distorção através do controle de volume do instrumento. Isso se chama "dinâmica do som" e é uma das principais características de um amplificador valvulado.

Distorção cheia de harmônicos naturais



Há algo mais que diferencia a distorção valvulada de todas as outras: os harmônicos. Grosso modo, quando nós ouvimos uma nota, não estamos ouvindo só aquela nota. Escutamos também seus harmônicos. Um Mi não é só um Mi. É um Mi, seguido de um Mi numa oitava acima, de um Si, de um Lá e assim por diante, respeitando a série harmônica. Para comprovar isso, basta reparar como, no seu violão, quando você toca a corda Mi, as cordas Lá e Si também vibram. 
A quantidade e intensidade dos harmônicos de uma nota está diretamente relacionada à sua beleza e riqueza sonora. Uma distorção rica em harmônicos naturais é o sonho de qualquer guitarrista. Cada guitarra (dependendo do corte, da madeira, etc) tende a facilitar a percepção de harmônicos de algumas notas em detrimento de outras. Basta plugar sua guitarra num bom amplificador distorcido e testar cada nota (preferencialmente nas cordas Sol e Si) para descobrir qual delas, quando sustentada por um bom tempo, consegue gerar naturalmente a oitava acima. 


Exemplo de timbre distorcido para solo: gravação ao vivo de "One Way Out" do Allman Brothers Band. Repare no solo de Dickey Betts. Cada nota parece gritar e chamar por sua oitava (e o resto de seus harmônicos), sem que ele force nada.



Tudo tem um preço



Mas essa pureza sonora dos valvulados não vem sem custo.



Comparando modelos do mesmo porte, os valvulados são bem mais caros. E não é só o custo de aquisição. A manutenção é bem mais cara também. Não é em qualquer esquina que se encontra um técnico especializado em amplificadores valvulados. Sem contar que as válvulas (como as lâmpadas) possuem uma vida útil e devem ser trocadas de tempos em tempos. Considerando um amplificador com 5 válvulas com um custo médio de R$70 por válvula, uma troca pode custar R$400 (com mão-de-obra).



Os amplificadores valvulados são mais pesados, pois as válvulas exigem transformadores poderosos para adequar a voltagem de entrada à padrão de seu trabalho.



Mais pesados, porém mais frágeis. As válvulas são como lâmpadas, não podendo ser transportadas de qualquer jeito (principalmente quando estão quentes, após uso) o que exige do usuário um maior cuidado. É necessário esperar as válvulas aquecerem antes de abusar delas e é preciso uma atenção maior à voltagem e condições elétricas do local em que se plugará o amplificador. Em condições inadequadas, as válvulas podem superaquecer, levando a uma redução na vida útil do equipamento.



Por sinal, nem precisa reforçar o cuidado que precisa ter para manusear estes amplificadores. O calor das válvulas, dos trafos, a quantidade de corrente que circula pelos capacitores e resistores... Não dá, mas não mesmo para um leigo se aventurar no meio daqueles fios. O perigo é imenso!!



Outro "defeito" dos amplificadores valvulados é mais uma consequência natural de sua vantagem. Por só ser possível conseguir uma distorção natural de válvulas quando o volume está em níveis altos, um amplificador valvulado só realmente mostra a sua cara, seu timbre verdadeiro, em volumes beeeem acima de qualquer aplicação caseira. Comprar um Marshall Plexi ou qualquer outro amplificador valvulado para usar em casa, trancado no seu quarto é ou subutilizar o equipamento ou comprar briga com seus vizinhos.



Autor: Bernardo Versiani



GuitarCoast

Mas ainda há mais sobre isso... Válvulas costuma dar um gás nos harmonicos ímpares (3º, 5º, 7º, 9º/2º, 11º/4º, N - que são consonantes) que vão decaindo de intensidade (volume)... ou seja, quando soa uma nota A, você escuta um boost nos:

  I  >  III   >   V   >  VII > ... Nn.
E3 > G#5 >  B6 >  D7 >  ... Nn.
1/1 >  1/3 > 1/5  >  1/7 >  ... 1/n.

*O "maior do que" (>), leia-se como "mais do que"...

 Isso, enquanto os transistorizados, realçam os harmônicos pares (2º, 4º, 6º, 8º, N - que são dissonantes). Assim, você ao escutar uma nota E, num Amp transistorizado, você escuta um boost nos:

 I   >VIII>XVI> XXI> XXIV
E3 > E4 >  E5 >  B5 > E6
1/1> 1/2>   1/4> 1/6 > 1/8 ... n

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Alejandro Fernandés

 O cara é um mexicano, com pinta de inglês, e apelidado de El Potrillo. De fato é un hombre hermoso y mui guapo. As letras são com um tema que foge a música romântica, que é o amor., e fala em dor e sofrimento (principalmente culpa) devido a perder quem ama. Chegaria a ser um "gothic metal", sem a parte do metal, e tocado ora por um grupo de mariachis, ora por um conjunto de 80's balladas.
 Enfim, o cara é bom no que faz. Explora algumas dissonâncias, como acordes tétrades (com 7ª), e tons acidentados, e que geralmente exigem uma afinação standartd Eb. E para cereja do bolo, ele usa a aspereza dos acordes menores, para aumentar a ênfase das letras.
 Sua música para mim soou, como lágrimas sendo derramadas (principalmente "Estuve"). Como diferencial, cito a música que ele gravou com Beyoncé, e acabou virando tema da novela colombiana "Zorro, la espada y la rosa*". Que foi exibida no BraZil, pela Rede Record de 12 de fevereiro de 2007 a 23 de julho de 2007.
 Fugindo da teoria, e partindo para a prática. Essa letra é uma das melhores, porém é russo... digo espanhol. Tem muitas expressões, que meu espanhol de gaúcho, desconhecia. Se meu professor de espanhol cooperar, posto a tradução.

Estuve, en cada poro de su piel,
pero hoy no estoy, está con el
y es lo que cuenta,
se habrá dado cuenta ya que no,
aquí el perdedor he sido yo,
yo que estuve,
y fui el primer conquistador,
en esa tierra donde el sol grito, te amo,
me ha quedado un tramo por andar,
y a mi la lección asimilar.
Que no estuve cuando mas debía,
cuando ella quería, sentirse mujer,
no estuve, pero estaba loco
por volverla a ver,
no estuve y todo quería darle,
para que buscarle, justificación,
estuve en su cuerpo fuera
de su corazón.
Estuve, estuve a punto de matar,
pero busque en mi corazón,
y ella había vuelto,
era un amor cierto y de verdad,
pero no le dio felicidad.
Pues no estuve cuando mas debía
cuando ella quería sentirse mujer,
no estuve, pero estaba loco
por volverla a ver,
no estuve y todo quería darle,
para que buscarle justificación,
estuve en su cuerpo fuera
de su corazón.


*Zorro, la espada y la rosa (no Brasil: Zorro: A Espada e a Rosa) foi uma telenovela colombiana produzida através da parceria RTI Colombia-Telemundo com a Sony Pictures Entertainment. Foi e exibida no Brasil pela Rede Record de 28 de maio a 8 de outubro de 2007. Também é exibida atualmente no Brasil pela Rede NGT.

NOTA: Minha pesquisa se limitou a Wikipédia.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Modos gregos (por Todescoguitar)

MODOS

São sete os modos gregos: Jonio, Dório, Frígio, Lídio, Mixolídio, Eólio e Lócrio. Cada um possui sua escala correspondente, como é mostrado nessa seção.



Jonio de C (t,2,3,4,5,6 e 7)

A escala jonica é igual a escala maior natural.

E|----------------------------------------7-8-10--|
B|----------------------------------8-10----------|
G|--------------------------7-9-10----------------|
D|------------------7-9-10------------------------|
A|----------7-8-10--------------------------------|
E|--7-8-10----------------------------------------|


Dório de D (t,2,b3,4,5,6 e b7)

A escala dória é a menor natural com a 6ª alterada.

E|----------------------------------------------------10-12-13--|
B|------------------------------------------10-12-13------------|
G|--------------------------------10-12-14----------------------|
D|----------------------10-12-14--------------------------------|
A|------------10-12-14------------------------------------------|
E|--10-12-13----------------------------------------------------|


Frígio de E (t,b2,b3,4,5,b6 e b7)

A escala frígia é a menor natural com a 2ª alterada.

E|-------------------------------------0-1-3--|
B|------------------------------0-1-3---------|
G|-----------------------0-2-4----------------|
D|----------------0-2-3-----------------------|
A|---------0-2-3------------------------------|
E|--0-1-3-------------------------------------|


Lídio de F (t,2,3,#4,5,6 e 7)

A escala lídia é a maior natural com a 4ª alterada.

E|-------------------------------------0-1-3--|
B|------------------------------0-1-3---------|
G|-----------------------0-2-4----------------|
D|----------------0-2-3-----------------------|
A|---------0-2-3------------------------------|
E|--0-1-3-------------------------------------|


Mixolídio de G (t,2,3,4,5,6 e b7)

E|------------------------------3-5--|
B|-------------------------3-5-------|
G|------------------2-4-5------------|
D|--------------2-5------------------|
A|-------2-3-5-----------------------|
E|--3-5------------------------------|


Eólio de A (t,2,b3,4,5,b6 e b7)

A escala eólia é igual a escala menor natural.

E|-------------------------------------5-7-8--|
B|------------------------------5-6-8---------|
G|-----------------------5-7-9----------------|
D|----------------5-7-9-----------------------|
A|---------5-7-8------------------------------|
E|--5-7-8-------------------------------------|


Lócrio de B (t,b2,b3,4,b5,b6 e b7)

E|----------------------------------------7-8-10--|
B|----------------------------------8-10----------|
G|--------------------------7-9-10----------------|
D|------------------7-9-10------------------------|
A|----------7-8-10--------------------------------|
E|--7-8-10----------------------------------------|

A base da base - Capítulo I

Começaremos falando de Guitarras num site de violão...
Louco? Sim, vivo ao acaso do destino... A mercê dos deuses... A... Ahram... Ok, chega de poesia.

 Enquanto eu vasculhava algumas informações sobre a alemã Angela Gossow, vocalista do Arch Enemy. Uma banda sueca(?) de death metal, que eu tenho algumas músicas. E morre aí. Resolvi ver como que a banda trabalhava seu som.
 Como? Pesquisei por um arquivo MIDI... E me caiu no colo um site russo (e que venham os russos!!!) de MIDI's. Normal até aqui. Porém quando explorei "ao infinito e além", vi que o site é focado em bandas de rock.
 O acervo é enorme. MIDI's de bandas menos divulgadas (literalmente, underground), como Tristania (Noruega), a NACIONAIS, que são difíceis de encontrar, como Tequila Baby (Porto Alegre/RS - BraZil)

 Fazer download é fácil. Sem pop-up, ou redirecionamento a sites com propagandas. A princípio um pouco estranho para quem não fala russo, fato normal. Os MIDI's são todos bem feitos, com as notas no tempo, um pouco mecânicos, a bateria não possui um swing que alguns tem. Se usar o EZ Drummer, fica fácil corrigir, com o modo humanizer (incerteza do nome).
 Levei um tempo para sacar o lance. O arquivo baixado tem um tamanho MUITO menor que um MIDI comum, porém, não tem extensão. E assim o Windows não o reconhece. Renomeei (alguém sabe se escrevi certo?!) para *.mid, e voi la! Não deu em nada...
 Tentei outro. Mesma coisa: arquivo sem extensão... Aí que vi uma cousa: Banda - nome da música.mid.zip. Renomeie para *.zip, extraia com algum programa do gênero, and are happy!!!

 Façam bom uso!

MIDI Melody